Do mais profundo de uma mulher...
Aquecia-se uma alma do ilusório calor.
O ventre que o recebia estava quente...
Mas o coração permanecia frio;
A mente em completo desespero;
A garganta que já doía, a língua que expelia cheia de perguntas;
O ar... Já não fazia questão em respirar;
As mãos... se atavam e os ouvidos esperavam uma resposta
O início da vida, dentro da vida
O início da vida, dentro da vida
O início da vida, dentro da vida
CHEGAAAAAAAAAA!
Era apenas o que ouvia a inexistente mãe
Em meio a utopia, medo e desespero...
Havia morte no interior da vida...
Vazio...
No qual, antes da dolorosa execução
Já não havia ninguém
Porém, no etéreo alguém...
Que, em meio a dor, rejeição e solidão
Só Deus o poderia ouvir.
PRISCILA VILAR
sábado, 27 de março de 2010
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Nossa que intenso Priscila!! Muito bom o texto!
ResponderExcluirObrigada Amandaaaaaaaaa!!! Um dia eu chego aos pés dos seus ...beijos linda!
ResponderExcluiraiiixiiiiiiii
ResponderExcluirimagine...eu fico até linsonjeada por tê-la como seguidora!Beijos
ResponderExcluirBelas palavras! =)
ResponderExcluirOu vc anda muito inspirada ou coloca as referências bibliográficas...kkkk
ResponderExcluirBjs Magrelaaaaaaaa
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk Por incivel que pareça!! São de minha autoria!! kkkk
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